Quão mordaz esta quietude em meus ouvidos:
Sibila, atribula, evoca a memória entorpecida.
A lua tão cheia e tão equidistante de nós dois,
única matéria no espaço,
satélite tão longínquo
capaz de propiciar concomitância de olhares.
Intérminas horas pesarosas até o transitório fim.
Abro os olhos: novo ensejo.
Mais um dia oco nesta vastidão de células...
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